Inverno e Primavera
Transporto a sinfonia
Da Dor e da Alegria
Aos ângulos da esfera
Sou eco da Quimera
Em noites de poesia,
Quando a Melancolia
Nos corações impera.
Tão ágil que nem páro
Tão leve que nem pouso,
Sempre que me comparo
Ao teu fatal repouso
Julgo-te, ó ser preclaro,
Um Tântalo orgulhoso.
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